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Vamos conhecer um pouco mais sobre as pilhas e baterias, além do impacto ambiental que elas provocam?
Em 1800, o físico Alessandro Volta, descobriu que ao colocar em contado lâminas de prata e zinco empilhadas, separadas apenas por um papelão umedecido com solução salina, produziria uma corrente elétrica, que poderia ser armazenada, surgindo assim à idéia de pilha elétrica. Desde essa grande descoberta, as pilhas passaram por diversas modificações até chegarem aos modelos mais utilizados: as pilhas comuns de zinco-carbono e as pilhas alcalinas.
Conforme a tecnologia ganhava espaço no mundo globalizado, principalmente com o ápice da Revolução Industrial, cada vez mais foram surgindo equipamentos que faziam uso de pilhas e baterias, que devido ao baixo custo de produção, elas tiveram seu consumo aumentando em grande escala. Atualmente estima-se que cerca de 12 bilhões de pilhas e baterias são utilizadas pela população mundial por ano.
Estas pilhas e baterias, quando não mais utilizadas para seus fins, são, em muitos casos, descartadas incorretamente, dessa forma, a grande quantidade consumida, gera uma grande quantidade de lixo tóxico descartado. Devido à presença de metais pesados na composição de pilhas e baterias tais como: mercúrio, cádmio, chumbo, níquel, cobre, zinco, manganês e prata, elas se tornam extremamente prejudiciais ao meio ambiente e a saúde humana. Esse material descartado de maneira incorreta vem se tornando um grande problema para a população mundial.
A solução para este impasse seria a reciclagem das pilhas e baterias, começando desde uma correta coleta seletiva nos ambientes domésticos e industriais, e posteriormente a reciclagem dos materiais reciclados. No Brasil a cultura de coleta seletiva não funcionou conforme esperado, principalmente devido à falta de informação da população, e a reciclagem também não ocorreu de maneira satisfatória, pois existe uma grande escassez de empresas que prestam esse tipo de serviço.



